O fim de uma era enfim chegou

Ilustração sobre a manchete do Valor Econômica – por Cezar Almeida

Em 2015, Vicente Gomes escreveu um artigo em Exame com o título “Avaliação de desempenho: o fim da camisa de força”. Vicente comemorava a notícia de que grandes empresas começavam a abandonar seus sistema de avaliação de desempenho baseados em curva forçada, 9 boxes e avaliação anual. Uma mudança nada menos liderada por empresas referência como GE, Accenture, Delloite, Microsoft e LinkedIn, lista de alto nível que inspirou Gomes a chamar a tendência de “o fim de uma era”.

Cinco anos se passaram e o título da matéria do Valor, ilustrada na imagem acima, mostra que o fim da era ainda não chegou. Ainda estamos comemorando e apontando como tendência a humanização das relações nas empresas. 

E depois ainda dizem que o avanço tecnológico e as máquinas estão nos deixando menos humanos. Ah, faça-me o favor! Muito pelo contrário, nunca tivemos a chance de, com o apoio da tecnologia, cuidar dos aspectos mais essenciais de nossa existência. A tragédia da pandemia esta proporcionando às empresas a chance de reverem seus processos e acelerarem a transformação de seus modelos de gestão para, enfim, chegarmos no fim desta era. 

Não é possível mais aguardar um ano para dar um feedback, nem muito menos medir desempenho de pessoas como se fossem máquinas, robozinhos programados para cumprir processos e entregar resultados, sempre do mesmo jeito. Com gente não é assim que funciona, com gente é diferente. É preciso usar a tecnologia para oferecer análises e métricas precisas sobre as entregas das pessoas, tudo isso aliado a uma análise humana, carregada de subjetividade e sentimento. Sim: s-e-n-t-i-m-e-n-t-o! Afinal, o que seria de nós sem sentir? Respondo: uma máquina. 

Como eu não quero nem ser uma máquina e nem muito menos ser substituído por uma, prefiro ressaltar que sou um ser tão emocional, quanto racional.

Lembrei-me de um episódio tocante da série de documentários “O valor do feminino: Humanidade [em Mim]”, veiculado no GNT e disponível no YouTube. Assinada por Molico Nestlé e concebida pela competente Camila Holpert e time do Studio Ideias, o episódio “Acreditar” vale ser resgatado para esta conversa. Nele, o Marcelo Toledo relata a história do Alonso, um talento, mas que de repente sumiu da empresa. A mãe ligou depois de duas semanas e relatou que Alonso tinha tido uma overdose. Depois de um ano, Alonso voltou recebeu uma segunda chance. Com uma recaída um mês depois de voltar, ele ficou longe mais um ano e voltou novamente a procurar a primeira pessoa que ele procurou da outra vez, o Marcelo. E o que aconteceu no final da história? Alonso teve uma segunda chance da segunda chance. E dessa vez deu tudo deu certo! Uma decisão improvável, imprevisto, incalculável, inimaginável, irracional. Em suma: uma decisão humana.

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Vale assistir o relato e contatar que nenhuma avaliação de caixinha e nenhuma conta complexa feita por algoritmo é capaz de fazer: ser humano.

Vamos manter métricas, metas, números e resultados bem mensurados e acompanhados por máquinas e sistemas, mas a avaliação de desempenho envolve uma variável indispensável: a humanidade. 

Por avaliações de desempenho mais humanas, hoje e sempre, afinal “nós estamos aqui levando uns aos outros para casa”.

O fim do home office

A coisa ganhou força semana passada com o fundador da Netflix afirmando ser contra o home office. Logo depois recebi um texto com uma comparação (meio forçada) do erro na new coke com a decisão das empresas que adotaram home office definitivamente no calor da hora da pandemia. Agora a pouco li no @braziljournal que o @jpmorgan afirmou que a produtividade caiu muito com o trabalho fora do escritório e já anunciaram a volta do pessoal para o escritório assim que possível. 

Eu no meu home office de baixa produtividade

O que eu tenho a dizer: nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Eu não acredito que o trabalho fora das sede física é a única solução para todas as empresas e todas as pessoas. Nem que não é. Apenas depende. O negócio é que a gente ainda quer tomar decisões em um mundo dinâmico e complexo com a cabeça da era industrial, da linha de produção, de Taylor e Fayol. 

Não é mais assim pessoal: precisamos pensar com a cabeça aberta, em diversidade de opções, modelos, caminhos… mas para isso precisamos aceitar a nossa própria diversidade, de que somos seres humanos únicos, complexos e cada um do seu jeito. 

Não se pode gerir mais com a cabeça de padronizar, enlatar, enquadrar, modelar… agora precisamos da cabeça para pensar, perguntar, provocar, aceitar, colaborar, adaptar… Vamos aceitar o home office para quem quer, na empresa que tem uma cultura para tal e quando tivermos prontos. 

Por hora, eu prefiro meu escritório em casa do que uma sala na Faria Lima. Tenho certeza que seria mais produtivo lá, mas quem se importa quando se tem essa vista? E você, se pudesse escolher, consegue trabalhar em casa ou prefere o escritório? 

#homeoffice #netflix #cultura #teletrabalho

Pare de procurar o seu propósito

Estava em um jantar e comentei que iria viajar de férias com minha esposa para uma cidade que ainda não conhecíamos. De bate pronto, uma pessoa que tinha ido apenas uma vez ao meu destino, citou uma atração específica e após falar um pouco a respeito soltou uma frase que você já deve ter escutado: – Você tem que conhecer, senão você não foi lá! Eu respirei fundo, falei para mim mesmo mentalmente “tudo bem, não vale a pena responder” e sorri, balançando a cabeça para cima e para baixo, com aquela cara de indigestão que eu fico quando tomo sorvete e esqueço do meu comprimido de lactase. 😏
Alguém acreditar que você tem que ir em determinada atração local caso contrário você não foi ao lugar é para mim de um reducionismo ignorante que só mostra o qual estreita é a visão de mundo de quem profere estas palavras. É óbvio que muitas vezes dizemos isso como força de expressão, mas tem gente por aí que acredita mesmo nesta visão, que um lugar se resume a uma coisa, como se o que aquela pessoa valoriza e gosta serve para mim, para você e para todos os outros bilhões de habitantes da terra. Como se um país inteiro se resuma a um monumento, como se os mistérios de uma cidade sejam totalmente revelados em uma ida a um restaurante. Nova York é muito mais que a Estátua da Liberdade ou a Times Square, assim como Salvador é muito mais que o Pelourinho ou o Farol da Barra. É bacana conhecer estes lugares, se possível vá lá, mas você não pode afirmar que conheceu São Paulo se foi apenas na Avenida Paulista nem muito menos a Champs Elysee resume Paris. Estas cidades são muito mais que isso, começando pelos milhões de habitantes que vivem nela.
Cada um desse habitantes pode te mostrar uma perspectiva totalmente diferente desses lugares. São vidas cheias de decisões acumuladas que tornaram aquele indivíduo único, diferente de todos os os demais. Alguns são verdadeiras joias raras, com sabedoria acumulada para fazer inveja aos filósofos gregos, apesar de eventualmente não possuirem o conhecimento formal que as tornaria autoridade. Infelizmente a sabedoria é confundida com intelectualidade, o que é um erro, a sabedoria é muito mais. E da mesma forma que tem gente que acha que pode resumir uma cidade a um ida a um restaurante, tem gente por aí que acredita ter a fórmula para uma boa vida, plena e feliz, presumindo que um único caminho pode servir para todos os bilhões de moradores da Terra. Acreditam poder resumir uma vida a princípios, valores e uma metodologia definitiva. 
Um grupo que compartilha desta crença tomou força recentemente: são os defensores da busca pelo propósito. Dizem que sem um propósito  de vida claro você se dará mal. Bradam aos quatro cantos: “uma vida sem propósito não é uma vida, é nada!”. A minha reação é responder com aquele mesmo sorriso que você já sabe qual é😏. De uns anos para cá isso foi ficando mais forte e muitas pessoas passaram a fazer da busca pelo propósito, meio que uma obsessão, uma doutrina, quase uma religião. Surgiram todo tipo de conteúdo, formação e gurus para ajudar as pessoas a encontrarem o seu propósito de vida. Passou a ser uma exigência, algo que você tem que ter e toda vez que isso acontece ou quando algo conceito fica muito na moda, eu normalmente costumo ficar cético, desconfiado e intrigado, do mesmo jeito que fico com as atrações de uma cidade como já comentei. Esta talvez seja a minha forma de manter o senso crítico em alerta e também um defeito por conhecer que funciono assim e ainda preservo este preconceito. É difícil mudar, eu sei.
Acredito que ter propósito, agir com significado, saber a razão da existência é algo que é bacana de se ter e trás muitos benefícios: dá sentido e direção às nossas ações, alinhando o nosso cotidiano com algo maior. Isso gera muita motivação, engajamento e paixão. Sim, é muito bom ter um propósito de vida claro. Mas também é preciso um aprofundamento a respeito do tema para não nos tornarmos malucos com disso, caso contrário a busca pelo propósito passa ser mais uma exigência da vida moderna, mais uma que temos que cumprir e adicionar à lista de plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho.
Exigências na vida são perigosas, porque estabelecem condições e condições são uma cilada para más decisões, além de deixarem a porta escancarada para o sofrimento. Eu não tenho filhos, ainda não escrevi um livro e nem plantei um árvore e não estou nem aí para isso. Podemos escrever livros, ter filhos, plantar uma floresta inteira e ter um propósito, tudo isso pode tornar a nossa vida mais completa, mas não pode ser condição para tal. A questão é que eu não podemos estabelecer essas coisas como um encargo para se viver bem e ser feliz. Quem disse que alguém pode dizer a mim ou a você o que faz a vida valer a pena?
Então, já que não tem uma fórmula, o que estão nos resta fazer neste intervalo chamado vida, que compreende o dia que nascemos até o dia que morremos? É importante entender primeiro justamento que a vida não é o oposto da morte e sim o nascimento é o oposto da morte. A vida é o que acontece no intervalo entre o nascimento e a morte. É a experiência, é cada dia por aqui fazendo o que a gente faz, sentindo o que a gente sente, sendo o que a gente é. Mas a gente é o que mesmo? 
Talvez esta pergunta seja um importante ponto de reflexão para tornar esta experiencia o mais plena possível. Afinal, quem somos nós? “Conhece a ti mesmo” pode ser um bom caminho de se ir vivendo, deixando de lado as exigências de ter que fazer isso ou aquilo. Mas aí a coisa pode ficar pior porque saber quem eu sou pode tornar-se mais uma exigência adicionada à minha lista, que agora já tem cinco itens.
Sabe de uma, caso você, como muitos de nós, ainda não encontrou o seu propósito e nem muito menos se conhece, desencane com isso e vá viver. A vida já é uma dádiva, então viva cada presente deste presente que é existir. Nesse meio do caminho, tenta se conhecer um pouquinho se puder, tente aprofundar cada vez mais no entendimento e revelação para si mesmo de quem é você. É um processo lindo, às vezes doloroso, mas como uma casca de cebola, cada descoberta revela uma nova a ser feita. E nem que isso dure a vida toda, correndo o risco de que você poderá ou não encontrar o seu propósito, talvez faça a vida valer a pena.
Eu sonho muito, faço planos, estabeleço metas, tenho uma visão e um propósito para minha vida, mas nada disso existe sem ação e viver requer ação. Ação de execução, ação de reflexão, ação de sentir a emoção, ação da não ação – ficar parado contemplando o presente, sem saber o significado e o propósito de nada, apenas sendo e existindo.
Vamos para de ser preocupar em cumprir exigências impostas que prometem mais felicidade, mas que no final o que entregam é mais ansiedade e estresse. Vamos viver a vida. Como diz a frase do Sadhguru: “As pessoas que estão transbordado de vida não precisam de um propósito para viver. A vida é um propósito em si mesma”. E já que a música de Marcelo Falcão recomenda “viver é melhor que sonhar”, então viva. É isso.

Trabalho voluntário: por que fazer?

As pessoas me perguntam porque eu faço trabalho voluntário, mas na verdade o que elas querem saber é o que eu ganho com isso. Resolvi escrever para falar (um pouco) a respeito.

Nesta semana, participei em Brasília de uma reunião dos presidentes da Junior Achievement, instituição que lidero na Bahia e que no Brasil tem como presidente  o Marcelo Carvalho e como superintendente a Bety Tichauer. Trabalhar com eles e os demais líderes deste movimento no Brasil já é o primeiro benefício.

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Os encontros e as interações com pessoas que tem valores parecidos com os seus é um privilégio. Na reunião, discutimos estratégias, trocamos ideias, trabalhamos em equipe e formulamos soluções para os problemas de nosso negócio social. A JA não é uma empresa, mas a gestão tem que ser feita como tal e todas as vezes que nos deparamos com desafios, aprendemos muito. Assim, apresento a você mais uma vantagem.

Atualmente, nós impactamos algo em torno de 350 mil jovens no Brasil, mas nossa ambição é quase triplicar este número e ter 1 milhão de jovens por ano passando por nossos programas. Seremos milionários sociais! Mudar a vida de milhões de pessoas e dar a ela a chance de sonhar. Quer maior benefício que este?

Fico por aqui por hoje, mas se quiser saber mais, deixa sua pergunta nos comentários.

Dicas na hora de comprar o carro novo – Entrevista BA TV – Rede Bahia

 

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Confira dicas para comprar o carro novo nesta entrevista que dei para a turma da Rede Bahia.

Vídeo completo em: http://g1.globo.com/bahia/batv/videos/t/edicoes/v/batv-salvador-20072019-bloco-1/7781181/

Cezar Almeida Economista avalia futuro do mercado de trabalho

Confira entrevista em audio no Rádio Metrópole sobre o Futuro do Mercado de Trabalho com o economista Cezar Almeida.

Cezar Almeida

Economista avalia futuro do mercado de trabalho

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Novos Concursados Passam Por Curso De Relações Interpessoais com Cezar Almeida

27/05/19 – 17:08:46

Por Stephanie Macêdo – Rede Alese

Para proporcionar uma melhor relação entre os funcionários recém chegados à Casa Legislativa e  os funcionários atuais ( comissionados e terceirizados), a  Assembleia Legislativa de Sergipe, através da Escola do Legislativo, realizou nesta manhã, 27, uma dinâmica entre seus servidores. O consultor em Recursos Humanos (RH), Cézar Almeida foi convidado para realizar uma palestra abordando caminhos para uma melhor interação interpessoal no ambiente de trabalho.

De acordo com a diretora do Escola do Legislativo, Isabela Mazza, a proposta de fazer o acolhimento proporcionou uma melhor interface entre todos os servidores. “A escola tem o objetivo de educar, de fazer que os servidores se capacitem e não só tecnicamente, mas também para que  melhorem a cada dia nas relações entre pessoas”, disse.

A deputada estadual Diná Almeida (PODE) esteve na escola durante a palestra, uma oportunidade de interagir com os funcionários da casa. Para ela o acolhimento ministrado importa na melhor relação  entre colegas de  trabalho. “É o primeiro treina treinamento de muitos outros que terão, essa é  uma solicitação de todos  nós deputados. A Escola do Legislativo está possibilitando treinamentos e aperfeiçoamentos, que também poderá ser aberto para a sociedade posteriormente. A ideia é levar até aos municípios”, contou.

A diretora do Controle Interno da Alese, Isabel Góes,  a integração envolve o bem-estar da relação pessoal com o coletivo. “Essa integração é de grande importância, para que se sintam bem-vindos. Apesar de termos observado que os concursados estão bem relacionados com os atuais, e já demonstram muito interesse em trabalhar com qualidade para a Casa Legislativa”, externou Isabel

Para a concursada na área de Comunicação  Rachael Gonçalves, jornalista,  a realização do  seminário é importante por  vários aspectos. “Somos novos servidores,  precisamos entender melhor o funcionamento da casa,  e  ainda, conhecer melhor os nossos colegas  para juntos fluirmos no nosso trabalho  de prestação de serviço ao público”.

Jorge Luiz Filho também é novo servidor, prestou concurso  na área de técnico administrativo, para ele a  casa está facilitando bastante na sua adaptação. ” É o meu primeiro cargo no serviço público, estou trabalhando na Tv Alese. A Alese está nos recebendo muito bem, e curso de hoje nos oportuna o crescimento pessoal e profissional”, disse.

Fotos de Jadilson Simões

FONTE: http://www.faxaju.com.br/index.php/2019/05/27/novos-concursados-passam-por-curso-de-relacoes-interpessoais/

E-commerce pode contribuir para aumento de competitividade nos negócios, avalia especialista

Falta de mão de obra qualificada, baixa competitividade internacional e alta carga tributária figuram entre os desafios encontrados pelos empreendedores, segundo o economista Cézar Almeida

Santo Antonio de Jesus – O economista Cézar Almeida ministrou a palestra “Os desafios e oportunidades para crescer nos negócios e na vida em 2019” durante o Seminário Desafios do Crescimento, realizado pelo Sebrae na noite desta quarta (27), no auditório do Antonius Imperial Hotel, em Santo Antônio de Jesus. Segundo ele, as vendas online podem ser um vetor para o aumento da competitividade.

“O Brasil é um mercado grande e às vezes os empreendedores olham muito para a sua rede, e não percebem que podem estar vendendo para o mundo inteiro. Um produto fabricado no interior da Bahia pode ser comercializado para outras regiões porque alguém pode querer aquele produto. Precisamos nos abrir mais para sermos competitivos lá fora.”, aponta Almeida.

De acordo com o especialista, na trajetória empreendedora muitos desafios surgem e o é preciso saber lidar com eles. “Entre os principais desafios, quando pensamos em nível Brasil, temos a alta carga tributária, complexidade da burocracia para abrir uma empresa, onde se gasta mais horas no mundo para pagar impostos. Tudo isso faz com que você perca tempo da atividade fim para a atividade meio”.
Entre os fatores intenors, Almeida destacou desafios como o custo de logística, baixa competitividade no ambiente internacional e baixa qualificação de mão de obra para serviços mais operacionais.

O município de Castro Alves, no Recôncavo Baiano, também marcou presença no evento, representado por uma caravana de doze pessoas que participaram da capacitação. Para a agente de desenvolvimento na Sala do Empreendedor de Castro Alves, Tassia Ribeiro, o seminário é um incentivo para o desenvolvimento de empreendedores locais.

“O Sebrae é um grande parceiro do poder público e dos empreendedores de Castro Alves e sempre nos proporciona oportunidades de acesso ao conhecimento. Participar desse evento com a caravana de Castro Alves é um incentivo aos nossos empreendedores para continuar crescendo e para a Sala do Empreendedor continuar acreditando e investindo no desenvolvimento local”, ressalta.

O gerente regional do Sebrae em Santo Antônio de Jesus, Carlos Henrique Oliveira, destaca a importância do evento que já se consagrou na agenda dos empreendedores. “Esse é o sexto ano consecutivo que realizamos o evento direcionado aos micro e pequenos negócios para fazer com que os empresários tenham uma dinâmica maior e procurem se sobrepor aos desafios que o mercado impõe. É um momento oportuno porque traz informação diferenciada para o empresário que está buscando se comportar cada vez de acordo com as mudanças do mercado.”, conclui.

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Fonte: http://www.ba.agenciasebrae.com.br/sites/asn/uf/BA/e-commerce-pode-contribuir-para-aumento-de-competitividade-nos-negocios-avalia-especialista,7cf8190f394c9610VgnVCM1000004c00210aRCRD

Entrevista Estadão – Fórum de Liderança Feminina

 Confira participação do Presidente da ABRH Bahia, Cezar Almeida, no informativo da ABRH Brasil publicado no Estadão sobre o dia Internacional da Mulher

Pessoas de ValoRH – Estadão 

“Nossa maior vitória na primeira edição foi tratar o tema de maneira ampla, sem entrar em uma discussão sexista, mas, sim, de liderança em suas amplas e diversas dimensões, dentre elas, o masculino e o feminino. Isso trouxe profundidade às discussões e uma diversificação do público, formado também por homens”, diz Cezar Almeida, presidente da ABRH-BA.

A contribuição do fórum, afirma ele, tem relação com o objetivo maior da ABRH: disseminar boas práticas de gestão de pessoas para que pessoas e organizações possam se inspirar e desenvolver as suas próprias práticas de excelência. Tanto é assim que, para a segunda edição, realizada ontem, em Salvador, foram convidadas Patrícia Nicieza, diretora de RH da Avianca Brasil, que quebrou paradigma ao ampliar substancialmente a quantidade de mulheres pilotos, e Camila Holpert, fundadora do Studio Ideas, abordando a relação do valor do feminino e do humano nas organizações e como isso impacta as marcas e os negócios.

“Acreditamos que um profissional deva ser avaliado por nada menos do que o potencial e o resultado que ele pode entregar. Sexo, etnia, idade, ou seja lá o atributo que for, não devem ser motivo para atrapalhar ou ajudar alguém em relação ao trabalho, mas, sim, algo secundário na maioria das funções. O que importa é que todos somos seres humanos. Seres humanos e só, simples assim”

Cezar Almeida – Presidente da ABRH Bahia

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Saiba como tornar uma reunião de trabalho de fato produtiva

Confira minha entrevista em matéria do Jornal Correio: como tornar uma reunião produtiva.

 

Priscila Natividade
priscila.oliveira@redebahia.com.br

 

Quando um dos sócios da Sorveteria Crema Gelato Italiano, André Rossetto, decidiu dar maior liberdade aos funcionários para resolver problemas no atendimento, sem a necessidade de intermediação gerencial, as reuniões de feedback ganharam outro formato. “Nós passamos a usar esse momento para discutir abertamente as atitudes e em cima disso gerar novas demandas e orientações para melhorar o atendimento com base nessas experiências trocadas pela equipe. É preciso estar aberto para entender o que a equipe tem a colaborar”, afirma.

Às vezes ela é vista como chata, desnecessária, sem foco ou cansativa. Porém, necessária, estratégica e centro de tomada de decisões. Ao mesmo tempo em que as reuniões são uma importante ferramenta de gestão, elas se tornam também um desafio para serem, de fato, produtivas. Isto porque a dispersão, falta de preparação e planejamento, podem comprometer a eficiência de um encontro dentro da empresa.

Por isso, o presidente da Associação de Recursos Humanos na Bahia (ABRH-BA),Cézar Almeida, recomenda que o gestor planeje uma agenda prévia, foque na resolução de um assunto por vez, pense em novos formatos e escute as pessoas. “Muitas vezes o consenso não é atingido porque as pessoas não tiveram oportunidade de dar sua opinião. Outra estratégia é identificar quais são os pontos em comum das ideias que estão sendo colocadas. Isso dá para identificar até onde a gente avançou entre os pontos resolvidos e o que falta ainda avançar. A interação é muito importante para a reunião funcionar”.

Ambiente adequado, horário determinado, teste prévio dos equipamentos e a preparação do líder que irá conduzir o encontro são outros pontos importantes. “Se você vai liderar, o primeiro ponto é saber se as pessoas convocadas foram realmente bem informadas sobre a reunião. Quem vai participar também deve entender a pauta previamente e se inteirar sobre os itens da pauta”, completa Cézar.

Engajamento

Para a coordenadora de Seleção e Recrutamento da Luandre Soluções em Recursos Humanos, Carolina Silva, a reunião eficiente é aquela que  consegue atingir a proposta que foi colocada na pauta.  “Quem convoca deve saber onde quer chegar e os envolvidos devem contribuir. O importante é que todos se sintam convidados e estimulados a expor o que pensam”.

O alerta precisa ser ligado quando a dispersão ameaça tomar conta. Para isso existem algumas boas estratégias, como reforça Carolina. “Uma delas é evitar, logo de início, se alongar demais sobre temas, da empresa ou não, que não façam parte da pauta”, diz. “Outro ponto que sempre deve se prezar é o motivo que levou aquele grupo de profissionais a se reunir – o exercício de todos os envolvidos deve ser o de se manter concentrados em atingir o resultado positivo do encontor”,complementa.

Como fazer uma reunião produtiva

1. Planejamento – Toda reunião, antes de ser convocada, precisa ter um objetivo definido. Planeje a pauta, a abordagem dos assuntos a serem tratados e estabeleça  também o tempo de duração do encontro, focando em espaço de fala mais curtos.
A reunião precisa ser funcional e objetiva para todos os envolvidos.

2. Convocação – Só chame para participar de uma reunião as pessoas a quem realmente interessa a pauta a ser discutida e que podem contribuir com o objetivo do encontro. Atenção também à mistura de cargos dos convocados, já que isso pode levar a um distanciamento do tema inicial a ser tratado. Mais uma vez, vai ser preciso planejamento e definição de objetivos do encontro.

3. Rotina  – Os encontros precisam ter hora para começar e  para acabar. As reuniões não podem atrapalhar a jornada e as tarefas rotineiras da equipe. É necessário, também, ter cuidado com os desvios do foco da pauta que deve ser discutida na reunião. Evite as fugas dos assuntos em discussão. O lí-
der da reunião precisa manter a conversa dentro dos assuntos que foram planejados para serem debatidos.

4. Liderança – É essencial que a pessoa escolhida para conduzir a reunião esteja bem preparada para o encontro. Ela precisa ter informações dos assuntos pautados, além da habilidade de saber levar a conversa adiante, administrar as intervenções da equipe, conquistar engajamento e saber tirar, ao máximo, o melhor proveito do encontro.

5. Finalização –  A reunião não pode ficar estagnada em um único ponto, não chegar a uma conclusão ou deixar a sensação de que não serviu para nada. O encerramento do encontro deve amarrar tudo que foi discutido naquele espaço de tempo  e  o líder saber se o objetivo da reunião  foi realmente  alcançado.

Fonte: Jornal Correio – http://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/saiba-como-tornar-uma-reuniao-de-trabalho-de-fato-produtiva/